segunda-feira, 6 de março de 2017

Ride the wave (02/06/11)

Às vezes eu me pego lendo as postagens mais antigas do blog e percebo o quanto eu mudo em tão pouco tempo. E me dei conta que eu sempre fui assim. Sempre mudei. Algumas vezes pra melhor, outras nem tanto.

Hoje eu me pergunto: Quando foi que eu me tornei a pessoa que eu sou hoje?

E olha, a resposta é simples: Eu não sei.

Só sei que de um ano pra cá eu mudei algo da minha personalidade que realmente me incomoda. Eu me tornei uma pessoa negativa, desconfiada. Parei de ver o lado bom das coisas.

E eu me faço acreditar que talvez tenham sido as circunstâncias da vida, ou as pessoas com quem eu convivi. Mas a verdade é que eu me deixei levar por um primeiro pensamento de que as coisas podiam não dar certo e foi só o que bastou.

Esse primeiro pensamento, eu não sei qual foi. Mas sei que hoje eu tenho visto tudo de uma maneira tão mais sombria, tão mais desconfiada... isso me incomoda. E faz mal, sabe?

Por mais infantil que possa soar, eu me prefiro vendo o mundo mais colorido, mais tranquilo, achando que tudo vira e que existe uma energia que equilibra o universo.

A parte da energia é mole de acreditar. Mas eu tenho achado tão difícil acreditar na bondade das pessoas.

Isso não soa estranho? Ser mais fácil acreditar naquilo que não se vê? Não é esquisito?

Por sorte, hoje eu tomei uma primeira cutucada que eu acho que pode vir a ser um pequeno empurrão pra um novo caminho.

Abri um e-mail antigo que dizia que invés de fazer coisas grandiosas, o que a gente tem que buscar é fazer coisas pequenas que mostrem pra quem importa o quanto amamos essa pessoa.

E isso me fez pensar... bora praticar o desapego?

Ficar se prendendo em quem não acrescenta boas coisas ou não te quer bem não é o melhor caminho. A boa é manter as coisas simples. Querer bem quem te faz bem.

É a velha lógica do The Energy Bus do Jon Gordon: deixe subir no seu ônibus quem te traz boas energias.

E vamo ver no que isso vai dar!

^^ Ride the wave !

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